Iselianices…

Dezembro 4, 2007

Isto é o que acontece no ISEL, quando por engano alguém imprime uma seta ao contrário. Para quê gastar papel e tinta a imprimir de novo?

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Perdestes…

Setembro 27, 2007

perdestes

Perdestes…mas pelo menos tentastes

E viva o português bem escrito que circula pela Internet!


Mas que grande carreira!

Setembro 26, 2007

Esta é para todos os que dizem que passei ao lado duma grande carreira:

Carreira


Gravuras Rupestres em Foz Côa

Agosto 26, 2007

Muito se falou aqui há uns tempos sobre a existência das gravuras paleolíticas no vale do rio Côa, junto a Vila Nova de Foz Côa, devido ao facto de a EDP aí querer construir uma central
hidroeléctrica, o que implicaria a construção de uma barragem, que submergiria as ditas gravuras.

Hoje lembrei-me de várias soluções para este problema, cada uma mais elegante do que a outra. Vou aqui partilhar com vocês esta maravilha que os meus neurónios defecaram, horas atrás:

A solução mais simples e mais tosca, seria sem dúvida tirar fotografias ao local e guardar os negativos num sítio bem seguro, expondo as fotografias num qualquer museu. Isto poupava muitos incómodos, como por exemplo uma pessoa ter de se deslocar a Foz Côa, para observar, admirar ou até mesmo contemplar as gravuras de Foz Côa! Meus senhores, isto não faz o mínimo sentido!

Outra solução, esta já mais rebuscada seria construir um museu submerso, ficando as gravuras dentro do dito museu,
completamente bem conservadas e no local mais propício ao seu visionamento: um museu!

As últimas duas soluções são as que eu mais gosto e são aquelas que fazem de mim um verdadeiro fenómeno da arqueologia:

- Pegar num lápis e num papel e decalcar as gravuras, tal como fazíamos com as moedas quando éramos putos!
Solução muito simples e deveras elegante!

- Contratar um artista plástico de renome, um conceituado escultor, para memorizar as gravuras e as reproduzir
num outro local, que já não corresse o risco de submergir com a barragem. O novo local poderia ser por exemplo as
paredes de um museu: forrar as paredes do museu com as gravuras de Foz Côa!


Vomitário

Agosto 26, 2007

Quantos de vocês não estiveram já num bar ou numa discoteca, numa noite daquelas mesmo más, em que têm mesmo de deitar as entranhas todas cá para fora?
Pois é… E chega a hora da verdade e onde é que nos dirigimos? Aos sanitários? Se calhar é a alternativa mais viável, isto se houver! Eu assim de repente consigo-me lembrar de vómitos em pistas de dança, em copos por onde se tinha acabado de beber, no meio de uma corrida, deitado na relva, dentro do carro, à Scary Movie, liquido, com pedaços, etc.

Para evitar todas estas situações, eu hoje tive uma ideia genial! (como já vem sendo hábito) E porque não, para além dos sanitários, existirem os vomitários? Seriam o local mais adequado para os praticantes do vómito praticarem esta bela modalidade. Os vomitários poderiam ser colocados em locais estratégicos nas discotecas e bares, como por exemplo nos centros das mesas, ao lado do balcão, junto à porta de saída, etc.


Encalhado ou estacionado?

Agosto 26, 2007


Encalhado

Bem, eu não sei como é que ele foi ali parar, mas adorava tê-lo visto a tentar sair!


Canalizações

Junho 8, 2007

No outro dia, ía eu a subir as escadas do meu prédio e tive uma ideia brilhante, que me fez pensar no génio que sou!

Tal como qualquer outro dia, entrei no prédio e, para ver alguma coisa e não tropeçar muito nas escadas, acendi a luz. Depois, à medida que subia, fui reparando nas habituais lâmpadas fu(n)didas que  teimam em permanecer nesse estado. Depois olhei para o lado, vi os tubos do gás natural e foi aí que uma ideia maravilhosa se apoderou deste cérebro fantástico!

Antigamente, usávamos bilhas de gás em casa e de x em x tempo lá tinhamos de mudar a bilha. Como é que isso foi resolvido? Gás canalizado.

E é aqui que entra a minha grande ideia: se nós de x em x tempo temos de mudar as lâmpadas, como é que podemos resolver isto? Utilizando lâmpadas canalizadas! É tão óbvio que até mete impressão! Como é que nunca ninguém se lembrou disto? Não percebo!!!

(ainda vou ficar rico à pala disto!)


Gajas

Maio 17, 2007

Estávamos hoje a almoçar na cantina e alguém reparou que mesmo à nossa frente estavam 3 gajas feias: “Olha ali naquela mesa 3 gajas feias, aposto que nenhuma delas tem carro”.

E isto porquê?
Pensem num grupo de 5 gajas, 4 delas boas e 1 feia. Qual é que tem carro? Exactamente, é a feia! O mesmo acontece nos gajos, mas não tem a ver com a beleza, mas sim com o nível de “totozisse”. O gajo mais totó é o que tem o carro.


“Maria vai com as outras”

Maio 16, 2007

O FL proferiu esta conhecida expressão…o que nos levou a divagar sobre o que realmente significa.

 A conclusão mais lógica é que a Maria é fufa! Porque não se diz “Joana vai com as outras” ou “Filipa vai com as outras”? Porquê Maria?! Porque a Maria é que é/era fufa e como tal ela é que vai/ía com as outras!

E quem é a Maria? Não sei…uma qualquer Maria talvez…ou então é uma caracteristica nos genes das Marias ser fufa…apenas em algumas essa caracteristica não sobressai ou permanece oculta durante a vida. Se fizermos um estudo sobre a homossexualidade nas mulheres, iremos concluir que existem muito mais Marias que qualquer outro nome como mulheres fufas!


Ventos…

Maio 15, 2007

Tava eu um belo dia a ler o Destak e vi um artigo que dizia que íam passar por Portugal ventos ciclónicos com velocidades que podiam atingir os 120 Km/h. Ora, isto é óbvio para qualquer encartado, pois é o limite máximo de velocidade em Portugal… Mal passam a fronteira é vê-los a acelerar feitos uns doidos! Em Portugal é que não, pois já se sabe que existem sempre as belas das brigadas, com os seus ventímetros, sempre à procura dum vento em transgressão.

E quem é que ainda não viu um daqueles raios luminosos em noite de tempestade, acompanhados de algum ruído? Há quem diga que são descargas eléctricas… Crentes… Não passam de ventos tunning com as suas luzinhas de néon e os potentes sistemas de som!

E depois há aqueles ventos saídos não sei de onde, que contribuem para o aumento da sinistralidade no nosso país! Ainda no outro dia um me deu cabo de três varetas do chapéu!